Dia Mundia da Saúde

O Dia Mundial da Saúde é celebrado anualmente a 7 de abril.

A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1948, aquando da organização da primeira assembleia da OMS. Desde 1950, que no dia 7 de abril se celebra o Dia Mundial da Saúde.

A cada ano a organização escolhe um tema central para ser debatido no Dia Mundial da Saúde, o qual passa a ser uma prioridade na agenda internacional da OMS. 

O objetivo deste dia é sensibilizar e educar para a importância dos cuidados de saúde e de estilos de vida saudáveis.

O tema deste ano é "Construir um mundo mais justo e saudável". Assim, pretende-se alertar para as desigualdades no acesso aos cuidados de saúde e mobilizar os decisores políticos e a sociedade civil para a resolução deste problema.

07 de Abril de 2021
A pandemia e o surgimento de problemas de saúde mental nas crianças e jovens: Ansiedade e Medo/Depressão/Problemas comportament

A ansiedade e o medo têm efeitos normais e protetores. O medo é fundamental para a nossa sobrevivência e a ansiedade prepara-nos para o que nos põe ou pode pôr em perigo. Contudo, têm efeitos negativos quando se prolongam além do necessário para cumprir a função protetora e interferem na qualidade de vida, no conforto emocional ou no desempenho diário podendo levar a um forte impacto na vida social e escolar das crianças e jovens.

Sinais de alerta:

Sintomas fisiológicos – aumento do ritmo cardíaco; dificuldade em respirar; sudorese e arrepios; perturbações no sono; alterações de apetite; perda involuntária da urina e fezes e tensão muscular.

Sintomas comportamentais – evitar tarefas ou pessoas e dificuldades relacionais com cuidadores, com pares…

Sintomas cognitivos – atenção dispersa; dificuldade de concentração e na tomada de decisões; baixa autoeficácia; negação; alterações de memória; confusão, distorção e pensamentos intrusivos.

Sintomas emocionais - ansiedade e medo; culpa e desespero; irritabilidade; nervosismo e agressividade.

Os sintomas de depressão variam consoante a idade e na sequência dos confinamentos têm-se verificado em idades muito jovens: tristeza, irritabilidade ou tédio; dificuldade em divertir-se; aparência triste; choro fácil; fadiga; isolamento ou fraco relacionamento com os pares; baixa autoestima; declínio no desempenho escolar; fobias e pensamento suicida.

Relativamente às alterações comportamentais temos como exemplos: birras; agressividade; isolamento e dependência de “ecrãs”.

 Nestas situações devemos recorrer a estratégias cognitivas de regulação emocional, ou seja, focar os aspetos positivos, pensamentos em ideias ou momentos mais alegres e agradáveis, desfocando do momento que estamos a passar. Ideias que deixam de lado a severidade da situação e enfatizam a sua relatividade comparada com outras situações.

A melhor forma de abordarmos as crianças/jovens é utilizar formas de comunicação eficazes: falar com tom normal, não gritar; não criticar, apontar o bem e o mal e nunca recorrer ao silêncio, falar sempre o que se sente. Ouvir quando a criança/jovem está na disposição; ouvir sempre primeiro antes de falar (escuta ativa); não dar sermões; elogiar mais fazendo com que se sinta valorizado, amado e seguro; não alimentar discórdias e delinear limites e expetativas realistas sobre o comportamento adequado nesta fase; estabelecer um programa de incentivos antes de recorrer à punição; punir com positivismo e respeito tornando as consequências imediatas especificas e consistentes; usar a empatia sendo menos reativo e mais proativo; funcionar como modelo de encorajamento e confiança e incentivar o afeto positivo, cultivando a esperança.

 

 

 

 

 

 

O projeto “Todo Ouvidos” procura ouvir, apoiar e aconselhar as famílias ou responsáveis pelas crianças ou jovens. Para mais esclarecimentos, contactar telefonicamente as colaboradoras da Casa Jovem.

23 de Março de 2021
Cyberbullying

O cyberbullying é uma forma de bullying através da internet. O cyberbullying beneficia das novas tecnologias e das redes sociais para assediar e ameaçar alguém, de forma repetida e constante. Esta forma de bullying incute na vítima insegurança (nenhum lugar é seguro, nem mesma a própria casa) e o/a agressor/a pode ser qualquer pessoa (não precisa de revelar identidade).

A criança ou jovem que tem acesso à internet pode ser vítima de cyberbullying. Para os pais pode ser difícil saber quando e como agir.

 

 

Prevenção de situações de Cyberbullying

 

  • Explicar à criança ou jovem em que consiste o cyberbullying e quais as consequências negativas;
  • Alertar para o perigo do cyberbullying, relatando histórias reais;
  • Monitorizar as redes sociais e a utilização da internet;
  • Ensinar a não partilhar informação pessoal ou falar sobre a vida privada;
  • Estipular regras de utilização: saber passwords; conhecer contactos online; definir locais onde utilizar a internet (não tem acesso a tecnologias no quarto).

 

 

Sinais do Cyberbullying

 

           A maior parte das crianças e jovens vítimas de cyberbullying não contam aos adultos o que está a acontecer (por medo ou por vergonha). É importante reconhecer alguns sinais manifestados pelas crianças ou jovens:

  • Durante ou após a utilização das redes sociais apresenta-se aborrecido/a ou perturbado/a;
  • Fica ansioso/a ou agitado/a sempre que recebe uma notificação;
  • Esconder o que faz online;
  • Isolar-se da família e amigos;
  • Recusar ir para a escola;
  • Diminuição do rendimento escolar;
  • Mudanças de humor, de comportamento, sono ou apetite.

 

 

O que fazer quando a criança ou jovem é vítima de Cyberbullying

  • Apoiar e confortar, verbalizando que a culpa não é dele/dela;
  • Elogiar por ter contado que estava a ser vítima de cyberbullying;
  • Reforçar que o cyberbullying acontece a muitas pessoas e que ajudará a encontrar uma solução em conjunto;
  • Encorajar a não responder ao cyberbullying e guardar evidências;
  • Garantir que o/a cyberbully não entra em contacto com a criança ou jovem;
  • Encaminhar a situação para a entidade competente (Estabelecimento de ensino; Psicólogo/a ou Polícia).

 

 

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03 de Agosto de 2020
Bullying

O Bullying engloba um conjunto de comportamentos agressivos sistemáticos e contínuos, com caráter de perseguição por parte do/a agressor/a, que humilha, ameaça e intimida a vítima.  Os comportamentos agressivos podem ser verbais, físicos e/ou psicológicos; perpetradas por uma pessoa isolada ou por um grupo. As consequências do bullying são avassaladoras para a vítima.

O bullying é uma problemática que revela injustiça na interação entre o/a agressor/a e a vítima, ou seja, os/as agressores/as atuam em grupo (ou têm apoio do grupo) ou atuam contra indivíduos que não se conseguem defender.

Por outro lado, o/a agressor/a pode manifestar estes comportamentos agressivos por ele/ela próprio/a ser vítima de bullying ou maus-tratos.

O bullying em contexto escolar é o mais comum, por ser o local onde as crianças e jovens passam mais tempo e contactam com um número maior de pessoas.

Na escola, um grupo dominante define o que é normal. Desta forma, tudo o que não seja normal é considerado inferior.

 

Sinais manifestados pela vítima de Bullying

  • Isolamento social;
  • Diminuição do rendimento escolar;
  • Recusar ir para a escola;
  • Diminuição da autoestima;
  • Dificuldades na interação social;
  • Comportamentos de risco: drogas e álcool;
  • Comprometimento da saúde mental: depressão, ansiedade.

 

O que fazer perante uma situação de Bullying

  • Não responder com violência;
  • Não ignorar a situação de bullying;
  • Consciencializar testemunhas e observadores/as;
  • Apoiar e confortar a vítima, garantindo a distância do/a agressor/a;
  • Reforçar a autoestima da vítima;
  • Encaminhar para entidades competentes (Estabelecimento de ensino; Psicólogo/a; Polícia).

 

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31 de Julho de 2020
Os perigos dos telemóveis

Vivemos numa sociedade repleta de recursos tecnológicos que facilitam o nosso quotidiano na mesma medida que podem prejudicar o crescimento saudável das nossas crianças e jovens.

A utilização do telemóvel deve variar tendo em conta a idade da criança. Até aos dois anos de idade, não deve ser permitida a utilização de telemóveis; entre os três e os cinco anos, as crianças podem utilizar o telemóvel durante uma hora por dia; dos seis aos dezoito anos a média de utilização diária deve ser de duas horas.

De salientar, a importância da supervisão parental enquanto as crianças e jovens acedem às tecnologias.

           

E quais são os riscos da utilização excessiva do telemóvel?

  1. Afetar o desenvolvimento da criança e jovem:

A exposição excessiva às tecnologias (telemóvel, tablet, computador) altera a capacidade cognitiva da criança ou jovem, implicando dificuldades de aprendizagem, aumento da impulsividade e baixa autorregulação (birras).

  1. Obesidade infantil

O contacto com as tecnologias limita o movimento (sedentarismo), o que potencia a obesidade infantil, acarretando problemas de saúde graves, tais como diabetes ou problemas cardíacos.

  1. Alteração do sono

A criança ou jovem que utiliza as tecnologias em excesso, sem supervisão parental, pode sofrer uma alteração do padrão de sono. A falta de sono afeta o desenvolvimento saudável e o rendimento escolar.

  1. Saúde mental e Comportamento

O uso excessivo de tecnologias está associado ao aumento da depressão infantil, da ansiedade, da diminuição da atenção, de dificuldades ao nível da memória, bem como a perturbações da vinculação e dificuldades ao nível social.

A criança imita o comportamento que observa. A visualização de determinadas situações pode conduzir a comportamentos agressivos e desajustados.

  1. Radiação

A Organização Mundial de Saúde classificou os telemóveis como emissores de radiação, que afetam as crianças com maior intensidade.

 

 

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26 de Junho de 2020
Dia Mundial da Criança
01 de Junho de 2021
Início Oficial Ano Lectivo 2020&2021
17 de Setembro de 2020
Aniversário Sr. Pe. Jardim_Pároco e Presidente do CSPNSV
22 de Novembro de 2020
"Dicas de apoio ao estudo"

Dicas de apoio ao estudo

           

A pandemia COVID-19 mudou as nossas rotinas, os nossos hábitos e a nossa forma de estar. Neste momento, proteção significa distância. Precisamos distanciarmo-nos de quem mais gostamos e do que mais gostamos em prol da nossa saúde e da saúde de todos/as.

As nossas crianças aprendem à distância e dependem de nós mais do que nunca. O esforço tem de ser maior de forma a garantir que aprendem o que é esperado. Entre telescola, conferências com os/as professores e acompanhamento dos/as educadores, o maior apoio será dos/as encarregados/as de educação.

Identificamos algumas dicas que podem facilitar o estudo à distância:

  • O Ministério da Educação alertou para a necessidade de medidas de segurança no uso das plataformas digitais (monitorizar acesso das crianças/ jovens; utilização de palavras-passe fortes);
  • Sendo possível, escolher um local sossegado, com boa iluminação, organizado e que permite à criança sentar-se corretamente;
  • Antecipar: preparar o material necessário para cada momento de estudo (livros, cadernos, lápis, borracha, caneta, lápis de cor, régua);
  • Elaborar um horário de estudo, incluindo as horas e duração dos momentos de estudo, as horas e duração das pausas; atividades de lazer;
  • Solicitar a repetição da informação aprendida;
  • Reforçar o esforço da criança, dizendo-lhe que está a fazer um bom trabalho;
  • Incentivar atividades de leitura, de escrita e de desenho.

 

A Casa Jovem continua a apoiar o estudo às crianças e jovens através do contacto telefónico ou de videochamada.

 

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30 de Abril de 2020
Dia Internacional da Família
15 de Maio de 2021
Celebração Dia do Pai _Casa Jovem & Irmandade de S. José das Taipas
19 de Março de 2021
Birras: O que são e o que fazer?

 

Birras: O que são e o que fazer?

 

            A birra é um conjunto de comportamentos apresentados pela criança, como forma de protesto, perante uma situação em que é contrariada.

Os comportamentos apresentados são variáveis em tipologia e intensidade, podendo surgir sem uma razão aparente. Chorar, gritar, morder, bater, atirar-se para o chão são alguns dos comportamentos típicos de uma birra.

Normalmente, as birras são mais frequentes nos primeiros anos de desenvolvimento da criança (0-3 anos). Como a criança ainda não tem a sua capacidade de comunicação completamente desenvolvida, pode utilizar o corpo para exprimir as suas emoções. 

A birra é um conflito na relação entre o/a cuidador/a e a criança em que a criança quer algo, o/a cuidador/a não cede e a criança desenvolve frustração.  Perspetivar a birra como como um ato de manipulação da criança para conseguir o que quer pode implicar deixar a criança sozinha a lidar com a situação. Esta perspetiva não é saudável para o desenvolvimento da criança. O/a cuidador/a deve intervir porque a criança não sabe como lidar com as suas emoções e não sabe acalmar-se sozinha. O/a cuidador/a deve intervir e ajudar a criança a lidar com a frustração.

No início do desenvolvimento, a criança estabelece uma relação de confiança com o/a cuidador/a, o que permite desenvolver um sentimento de segurança no mundo.

Foram identificadas algumas dicas para lidar com as birras de uma forma mais eficaz:

  • O/a cuidador/a deve estar calmo/a (o comportamento do/a adulto/a afeta o comportamento da criança);
  • Estabelecer limites: a violência, como forma de expressão, não é aceitável;
  • Identificar a causa da birra;
  • Reconhecer o que a criança pensa e sente (não ignorar);
  • Verbalizar o que a criança pensa e sente (diminui a necessidade da birra);
  • Dar uma razão para o “não”;
  • Dar uma solução;
  • Direcionar para outro local ou outra atividade;
  • Encorajar a criança a verbalizar o que sente.
  • Importante: prevenção da birra (evitar dizer não e antecipar).

Recorrer a estas estratégias permite à criança sentir-se ouvida e respeitada. A criança perceciona o/a cuidador/a como alguém capaz de ajudar a superar situações negativas, desenvolvendo a resiliência.

 

 

 

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29 de Maio de 2020
Pausa Carnaval_Casa Jovem
15 de Fevereiro de 2021
Actividades de Férias Natal_Casa Jovem
21 de Dezembro de 2020
São Martinho_Magusto
11 de Novembro de 2020
Celebração Natal
22 de Dezembro de 2020
Manual das Famílias- Como lidar com o isolamento em contexto familiar
27 de Abril de 2020
Apoiar as crianças nas medidas preventivas

Apoiar as crianças nas medidas preventivas

 

 

Conhecimento é o primeiro passo para nos protegermos e, enquanto cuidadores, devemos ensinar às crianças todos os passos para se protegerem.

Em primeiro lugar, devemos explicar às crianças que todos/as temos a responsabilidade de nos protegermos e de protegermos os outros. Esta proteção acontece através do reforço dos cuidados de higiene e do distanciamento social:

  • Evitar beijos;
  • Evitar abraços;
  • Manter distância física das pessoas (mostrar a distância aconselhável);
  • Não pôr as mãos na boca, no nariz ou olhos;
  • Tossir ou espirrar para o braço (lavar as mãos depois);
  • Tossir ou espirrar para um lenço (deitar o lenço fora e lavar as mãos);
  • Lavar as mãos várias vezes ao dia (as mãos devem ser lavadas com água e sabão, durante 20-30 segundos; lavar pulso, palma, dorso, entre dedos, unhas e pontas dos dedos).

 

A lavagem das mãos é uma das medidas preventivas mais eficazes contra o coronavírus. Exemplos de como tornar a lavagem das mãos correta e divertida:

  • Exemplificar como se devem lavar as mãos (crianças imitam comportamentos);
  • Cantar a canção dos “Parabéns”, duas vezes;
  • Colocar uma música/ refrão de música que dure entre 20-30 segundos;
  • Colocar tinta guache nas mãos da criança, colocar uma venda e pedir para lavar as mãos (objetivo é perceberem que precisam de mais tempo a lavar as mãos para a tinta sair completamente).

 

 

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27 de Março de 2020
Enquanto as crianças estão em casa

Enquanto as crianças estão em casa…

 

            As nossas crianças estão em casa. Não podem ir à escola e só podem conviver com quem vivem. Com o intuito de minimizar o impacto da situação atual e potencializar o desenvolvimento das crianças, é importante manter as rotinas e estruturar um horário que contemple o estudo, o brincar e a interação familiar adequada. Um quadro semanal, elaborado em conjunto com a criança, pode ser uma solução positiva para toda a família.

  1. O quadro deve incluir os sete dias da semana e estar dividido em três períodos (Manhã, tarde e noite);
  2. Deve incluir horário das refeições e horários de descanso;
  3. O quadro inclui rotinas de higiene pessoal, tarefas, atividades e brincar. A participação e interação familiar devem estar presentes na maior parte dos momentos;
  4. As rotinas de higiene pessoal abrangem:
    • Rotinas de manhã;
    • Rotinas durante o dia;
    • Rotinas à noite;
  5. As tarefas devem ser de acordo com as idades das crianças:
    • Devem ser atribuídas tarefas para incutir sentido de responsabilidade;
    • Exemplos: guardar brinquedos; arrumar o quarto; pôr a mesa; limpar móveis, etc.
  6. As atividades incluem atividades educacionais, atividades pedagógicas e brincar:
    • Atividades educacionais: contemplam as matérias escolares, incluindo o exercício físico; o estudo deve ser diário (manhã e tarde, reservando o mesmo tempo para todas as matérias);
    • Atividades pedagógicas: contemplam atividades que trabalham a motricidade fina, a atenção, a memória, criatividade, etc.
    • Brincar: todos os dias, definir um tempo para brincar livremente, sozinho e em família.

 

 

Como sugestão, a Direção-Geral de Saúde divulgou no “Espaço Criança” ferramentas para ajudar as crianças e as suas famílias na compreensão do coronavírus. Explore estas ajudas em https://www.coronakids.pt/

 

 

O projeto “Todo Ouvidos” procura ouvir, apoiar e aconselhar as famílias ou responsáveis pelas crianças ou jovens. Para mais esclarecimentos, contactar telefonicamente as colaboradoras da Casa Jovem.

27 de Março de 2020
"Como abordar as nossas crianças sobre a pandemia do coronavírus""

Como abordar as nossas crianças sobre a pandemia do Coronavírus?

 

  No final do ano de 2019, foi identificado o primeiro caso de COVID-19 em humanos. O COVID-19 é uma doença provocada pelo novo coronavírus SARS-COV-2, que pode causar infeção respiratória grave.

  O coronavírus mudou completamente a nossa vida quotidiana e, de forma a combater esta pandemia, conduziu-nos ao distanciamento social, de entre outras medidas. E, se para nós adultos/as pode ser assustador e confuso, como será para as nossas crianças?

As crianças ouvem as notícias na televisão e as conversas entre adultos, sem acesso a informação direcionada para a sua compreensão. As crianças têm muitas dúvidas e colocam muitas questões. Por isso, os/as adultos/as devem assumir um papel reconfortante e tornar a compreensão mais fácil.

Em primeiro lugar, os/as adultos devem estar bem informados sobre a situação atual da pandemia por COVID-19 e adotar os seguintes comportamentos:

  • Os adultos/as devem ter uma postura tranquila (as crianças absorvem os estados emocionais dos/as adultos); 
  • A informação deve ser simples e adequada à idade da criança;
  • Explicar o que é o coronavírus e quais as medidas preventivas que deve fazer (saber o que fazer transmite controlo e segurança);
  • O tema do coronavírus deve ser abordado de forma natural e através de factos; 
  • Dar espaço à criança para falar e colocar questões (tentar perceber o que a criança sabe e corrigir, se necessário);
  • Uma criança informada protege-se melhor e assume responsabilidade social de proteger os outros (adultos/as devem dar o exemplo já que as crianças copiam os nossos comportamentos);
  • Explicar que todas as mudanças são temporárias para nos protegermos.

 

 

 

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27 de Março de 2020
AVISO COVID 19

Srs. Encarregados de Educação,

 

Os meus cumprimentos.

 

O surto de Covid-19, foi detetado em dezembro de 2019, na China, e já provocou mais de 4900 mortos em todo o mundo, levando a Organização Mundial de Saúde a declarar a doença como pandemia.

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou hoje o número de casos confirmados, que passou de 78 para 112, dos quais 107 estão internados.

 

As escolas de todos os graus de ensino vão suspender todas as atividades letivas presenciais a partir de segunda-feira, anunciou o primeiro-ministro, António Costa, numa declaração ao país.

O Governo decidiu também declarar o estado de alerta em todo o país, colocando os meios de proteção civil e as forças e serviços de segurança em prontidão.

 

Em consonância com as indicações do Governo e das autoridades de saúde, a Direcção do Centro Social Paroquial de Nossa Senhora da Vitória, segue as medidas implementadas:

Educação:
                                   5. Estabelecimentos de ensino (escolas, universidades, creches, ATL)
                                                     - Suspensão de todas as atividades escolares (letivas e não letivas) presenciais, a 

partir de segunda-feira e pelo período de duas semanas.
- Reavaliação a 09 de abril quanto ao 3.º período.

Serviços Sociais:
                                   6. Lares: Suspensão de visitas a lares em todo o território nacional.

 

Parafraseando o nosso Presidente da República “continuemos mobilizados, mas serenos, preocupados, mas disciplinados, percebendo que só com paciência e contenção, cumprindo as medidas tomadas, evitando situações de risco e ficando em casa sempre que possível, pensando nos mais vulneráveis, sobretudo nestas próximas semanas, será possível criar condições para moderar e depois travar a pandemia e tratar, em unidades de saúde e em casa, os pacientes”

 

Aproveito para informar que estão suspensos todos os atos de culto, bem como de catequeses e reuniões na Igreja Paroquial e Irmandades de S. José das Taipas e S. João Novo.

Estas medidas devem ser complementadas com as possíveis ofertas celebrativas na televisão, rádio e internet.

Permaneçamos em oração pessoal e familiar, confiados na graça divina e na boa vontade de todos.

 

Porto, 13 de Março de 2020

 

       O Presidente da Direcção do CSPNSV

         Pe. Agostinho Cesário Jardim Moreira

 

13 de Março de 2020
Dia do Pai

Celebração do Dia do Pai

Eucaristia na Igreja de S. José das Taipas

19 de Março de 2020
Workshop Combate ao Desperdicio Alimentar
12 de Março de 2020
"O que as nossas crianças precisam de ouvir""

 

O que as nossas crianças precisam de ouvir

 

 

 

"Se uma criança vive na crítica, aprende a criticar.
Se uma criança vive com hostilidade, aprende a brigar.
Se uma criança vive com o ridículo, aprende a sentir-se culpada.
Se uma criança vive na tolerância, aprende a ser paciente.
Se uma criança vive com coragem, aprende a ter confiança.
Se uma criança vive com elogio, aprende a apreciar.
Se uma criança vive na retidão, aprende a ser justa.
Se uma criança vive com aprovação, aprende a gostar de si mesma.
Se uma criança vive com aceitação e amizade, aprende a encontrar amor no mundo!
"

(Dorothy Law Rothe)

 

 

 

A forma como comunicamos e interagimos com as crianças e jovens influencia o seu comportamento e, consequentemente, o seu desenvolvimento global.

Desde o nascimento, a criança desenvolve a sua capacidade de pensar e de conhecer o mundo. A perspetiva social remete-nos para o desenvolvimento das capacidades comunicativas através da interação social da criança com o outro. Desta forma, tanto a Família como os Educadores assumem um papel enquanto modelos sociais – a criança observa e imita o comportamento observado. As crianças reproduzem as atitudes e comportamentos que observam, sejam positivos ou negativos.

O Reforço Positivo é uma estratégia educacional que aumenta a probabilidade de um comportamento se repetir no futuro. Cada comportamento positivo deve receber um incentivo: verbal (“Elogio”), visual (“Tabela de Incentivo”) e/ ou tangível (“Abraço”).

Os efeitos do Reforço Positivo permitem um aumento de comportamentos desejáveis e diminuição de comportamentos indesejáveis, bem como uma melhoria da autoestima e uma melhoria na relação criança-adulto.

28 de Fevereiro de 2020
Desenvolvimento da Linguagem

 

Desenvolvimento da Linguagem

 

O desenvolvimento da linguagem é um processo complexo que abrange:

  • a capacidade de ouvir;
  • o processamento de informação;
  •  a capacidade de falar;
  •  a função respiratória;
  • a função orofacial.

É, maioritariamente, através da linguagem que a criança consegue exprimir os seus pensamentos e sentimentos. A família assume um papel ativo na estimulação da linguagem da criança, apoiando e orientando a sua evolução adequada.

Sugerimos a prática das seguintes estratégias e facilitadores da comunicação:

  • Deixar de usar o biberão por volta dos 18 meses de idade;
  • Minimizar comportamentos de chuchar o dedo ou morder objetos (caso contrário, pode afetar a capacidade respiratória, o posicionamento da língua ou alterações na fala);
  • Manter contacto visual enquanto conversam;
  • Falar de forma pausada;
  • Utilizar linguagem clara e simples, sem infantilizar (“chicha”);
  • Construir frases, gramaticalmente, corretas;
  • Fazer perguntas e dar tempo para a criança responder (há crianças e jovens que precisam de mais tempo para processar e organizar a informação);
  • Elogiar a criança ou jovem por iniciar ou manter uma conversa;
  • Corrigir, assertivamente, palavras pronunciadas incorretamente ou discurso mal construído;
  • Explicar, de forma clara e simples, palavras que não compreende;
  • Evitar falar pela criança ou jovem;
  • Ajudar a exprimir pensamentos e sentimentos;
  • Incentivar a iniciar uma conversa sobre um tema que seja do seu interesse;
  • Permitir que a criança fale sempre que tome iniciativa de começar uma conversa;
31 de Janeiro de 2020
Vitória Market

No Vitória Market vai encontrar roupa, sapatos e muito mais... com preços à sua medida 

 

27 de fevereiro

10h16h

Rua S.Miguel 33     4050-560 Porto 

 

27 de Fevereiro de 2020
Concerto de Primavera

Casa da Música

27 de Março de 2019
Visita à Kidzania@Casa Jovem_ Actividades de Férias da Páscoa
17 de Abril de 2019
Visita à Biblioteca Municipal do Porto@Casa Jovem_ Actiividades de Férias Páscoa
16 de Abril de 2019
Chá da Interculturalidade@Casa Jovem _ Actividades de Férias Páscoa
12 de Abril de 2019
Exposição Corpo Humano - A Ciência da vida@Casa Jovem_ Actividades Férias Páscoa
08 de Abril de 2019
Visita ao Museu Papel Moeda"A brincar a brincar, aprendemos a contar" @Casa Jovem_Actividades de Férias Carnaval
06 de Março de 2019
Celebração das Cinzas

Igreja De Nossa Senhora da Vitória

10h

06 de Março de 2019
Subida à Torre dos Clérigos@Casa Jovem_ Actividades Férias Carnaval 2019
04 de Março de 2019
Festa Final de Ano Lectivo
21 de Junho de 2018
Celebração Casa Jovem - 3º Quinta- Feira do mês

18h30m 

Igreja de Nossa Senhora da Vitória

20 de Junho de 2019
Baptismos de S. João

Igreja de S. João Novo 

24 de Junho de 2018
Celebração Casa Jovem - 3º Quinta- Feira do mês

18h30m 

Igreja de Nossa Senhora da Vitória

16 de Maio de 2019
Actividades de Férias de Verão
25 de Junho de 2018
Celebração Páscoa 11 de Abril

16h30m 

Igreja de Nossa Senhora da Vitória

18 de Abril de 2019
Dia dos Avós_Passeio Avós e Netos
26 de Julho de 2018
Celebração Dia do Pai

19h

Igreja de S. José das Taipas 

19 de Março de 2019
Viagem Medieval Santa Maria da Feira
02 de Agosto de 2018
Celebração Casa Jovem - 3º Quinta- Feira do mês

18h30m 

Igreja de Nossa Senhora da Vitória

21 de Fevereiro de 2019
Torneio de Beneficência Padre Jardim 2018

Um grande amigo do Centro Social Paroquial de Nossa Senhora da Vitória, juntamentr com algumas empresas suas parceiras, está a organizar o  Torneio de Golf de Beneficiência Padre Jardim 2018 que decorrerá no prestigiado Oporto Golf Club no dia 23 de Setembro de 2018. A prova tem a particularidade de ter 2 prémios Hole in One: uma Ducati e um Jaguar.
O torneio tem um cariz social, revertendo para o Centro Social Paroquial de Nossa Senhora da Vitória, e vai contar com 96 jogadores.
Tem como principais patrocinadores as conceituadas marcas REVOR, Eurobic e a Solverde!
Inscreva-se já em http://oportogolfclub.com/…/4-torneio-…/20180923/info-geral/

23 de Setembro de 2018
Festa Senhor da Boa Fortuna
24 de Agosto de 2018
Passeio à Serra da Estrela
10 de Fevereiro de 2018
Benção das Grávidas

Capela Nossa Senhora do Ó

23 de Setembro de 2018
Celebração Dia do Pai

Igreja de S. José das Taipas

19h

19 de Março de 2018
Visita Paço Episcopal

06 de Abril de 2017
Celebração 4º Feira de Cinzas

Igreje de Nossa Senhora da Vitória

10h

14 de Fevereiro de 2018
Período Férias Natal
19 de Dezembro de 2016
Actividades Férias Páscoa
26 de Março de 2018
Período Férias Carnaval
27 de Fevereiro de 2017
Visita Pascal às Respostas Sociais do CSPNSV
04 de Abril de 2018
Período Férias Páscoa
05 de Abril de 2017
Celebração do Dia da Mãe Rosário c/ todos os clientes do CSPNSV

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19 de Maio de 2015
Prática do Boxe

13 de Abril de 2017
Passeio à Serra da Estrela
10 de Fevereiro de 2018
Celebração Dia da Mãe

Igreja de Nossa Senhora da Vitória 

10h30m

06 de Maio de 2018
Acção de Prevenção_Violência Doméstica

09 de Fevereiro de 2017
Festa do Patrono da Irmandade das Almas de S. José das Taipas

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06 de Maio de 2015
Noite de Fados

09 de Dezembro de 2016
Presepio ao Vivo

16 de Dezembro de 2016
Cinema Mar Shopping

10 de Abril de 2017
Caminhada à Santa Rita
22 de Maio de 2018
Ciclo Acções de Prevenção_Bombinhas de Carnaval

27 de Fevereiro de 2017
Dia da Padroeira Nossa Senhora da Vitória

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15 de Maio de 2015
Ida ao Cinema

20 de Dezembro de 2016
Ida à Casa das Brincadeiras

23 de Dezembro de 2016
Dia Internacional da Família
15 de Maio de 2018
Visita Museu Militar - Tarde
01 de Março de 2017
Noite de Fados

10 de Março de 2017
Suporte Básico de Vida

​A Equipa do CSPNSV começa um ciclo de formações conferindo mais competências para melhor acompanhar a comunidade.

 

 

23 de Novembro de 2016
S. Nicolau

06 de Dezembro de 2016
Ida ao Parque Temático - Perlim

29 de Dezembro de 2016
Prática da Patinagem

18 de Abril de 2017
Festa da Padroeira _Nossa Senhora da Vitória
25 de Maio de 2018
Matraquilhos e Ping-Pong
27 de Fevereiro de 2017
Concerto Solidário

O Centro Social Paroquial de Nossa Senhora da Vitória será uma das Instituições beneficiárias. Participe!

01 de Dezembro de 2016
Ida à pista de gelo natural

23 de Dezembro de 2016
Dia Mundial da Criança
01 de Junho de 2018
Celebração das Cinzas
01 de Março de 2017
Crimes de Burlas

02 de Março de 2017
Educação Financeira

16 de Março de 2017

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